Estudos e Conclusões

Separador

Este estudo conclui que a alimentação vegetariana pode ter um papel preventivo no desenvolvimento de cancro no intestino. A pesquisa destaca que dietas ricas em carne vermelha e processada podem estar associadas ao aumento do risco desta doença, devido à produção de compostos genotóxicos e alterações na microbiota intestinal. Em contraste, dietas vegetarianas, ricas em fitoquímicos, antioxidantes e anti-inflamatórios, podem contribuir para a manutenção de uma microbiota intestinal saudável e prevenção deste tipo de cancro.

Os resultados encontrados no presente estudo demonstram que, uma dieta com pouco ou nenhuma quantidade de alimentos de origem animal, estão relacionadas com a redução de doenças cardiovasculares, obesidade, cancro, diabetes, alzheimer, disbiose, colite ulcerativa, síndrome metabólica e dislipidemias. Isto é explicado pelo fato de que a dieta vegetariana tem um baixo teor de gordura, além de possuir uma maior quantidade de fibras, controlando a glicemia e os níveis de colesterol, prevenindo doenças intestinais. Também por ser uma dieta que dependendo da ingestão alimentar pode favorecer ao indivíduo um aporte de diversos nutrientes que melhora o estado integral da sua saúde.

A principal conclusão do estudo é que dietas com maior consumo de alimentos vegetais e menor consumo de alimentos de origem animal estão associadas a um menor risco de morbidade e mortalidade cardiovascular em uma população geral. A adesão a uma dieta vegetal saudável (com alto consumo de alimentos vegetais saudáveis) foi particularmente associada a uma redução significativa na mortalidade por doenças cardiovasculares e mortalidade geral. Não foram observadas associações positivas com dietas vegetais menos saudáveis (com alto consumo de alimentos vegetais menos saudáveis).